#VERIFICAMOS Régua da CPRM em Valadares

A estação de monitoramento do Serviço Geológico do Brasil (CPRM), em Governador Valadares, está localizada na proximidade da ponte do São Raimundo, bem ao meio do leito do rio, amarrada em referências de níveis estabilizadas, já a régua do SAAE fica às margens do rio, próxima à estação central de captação, medindo a água que entra no remanso do rio, por isso a diferença.

Como funciona o Sistema de alerta?

Nas salas de monitoramento da CPRM, as equipes trabalham com dados que são recebidos a cada 1 hora, por transmissores via satélite ou GSM instalados nas estações de monitoramento automáticas. Esses dados são provenientes das estações da Rede Hidrometeorológica Nacional (RHN), de responsabilidade da Agência Nacional das Águas, e operada pela CPRM. Tais estações são dotadas de sensores de nível, que medem a variação nos níveis das águas com alta precisão, bem como pluviômetros automáticos, capazes de registrar a quantidade de chuva em intervalos de segundos. Os dados são recebidos, consistidos e processados por meio de modelos hidrológicos elaborados pela equipe da CPRM, e consolidados em forma de boletins de monitoramento, enviados às defesas civis estaduais, municipais, ao CENAD, à ANA, ao CEMADEN, e demais órgãos de interesse. Sempre que há necessidade, são enviados também boletins de alerta hidrológico, com informações adicionais de previsões dos níveis dos rios, de forma que os órgãos atuantes possam se preparar da melhor forma possível para o evento.

*Com informações da CPRM

Saiba mais sobre o Sistema de alerta, clique aqui.


É #FAKE mensagem sobre a Usina de Baguari

Na Usina Hidrelétrica de Baguari não há represamento especial da enchente. A hidrelétrica opera a “fio d’água”, ou seja, toda a água que chega é naturalmente liberada.

A capacidade de engolimento da água pelas máquinas para a geração de energia é de 900 m³/s, e, acima desse quantitativo, todo volume que chega é liberado pelas comportas. Portanto, desde o início do período chuvoso de 2021, quando houve vazão excedente, elas estão abertas.

A previsão de média de vazão para o período de 11/01 a 17/01 pode ser conferida no site da Usina: www.uhebaguari.com.br


É #FAKE imagem aérea de Governador Valadares “2022”

O vídeo que está sendo compartilhado em redes sociais com mensagens fazendo referência à enchente de 2022, na verdade, é antigo. No momento em que o vídeo voltou a circular, os pontos mostrados não estavam alagados.

 

 

 

 

 

 

 


É #FAKE água de BH na Usina de Antônio Dias

A pesar do vídeo ser gravado na UHE (Usina Hidrelétrica) Sá Carvalho, Localizada em Antônio Dias, nele o narrador fala: “é muita água descendo da cabeceira, lá da região metropolitana, de Belo Horizonte.” Essa informação é falsa! A água de Belo Horizonte não desagua no Rio Doce.

 

 

 


É #FAKE que a água da barragem de Pará de Minas vem para o Rio Doce

Pará de Minas está na região do Rio Paraopeba, que deságua no Rio São Francisco. Qualquer informação que fale que a água da barragem de lá venha para o Rio Doce é falsa.

 


É #FAKE que a água de Belo Horizonte colabora para encher o Rio Doce

Belo Horizonte, assim como, Caeté, Ribeirão das Neves, Santa Luzia e Nova Lima estão na região do Rio das Velhas. Já Contagem, Betim e Brumadinho estão na região do Rio Paraopeba. Todos os dois rios deságuam no Rio São Francisco. Sendo assim não possuem nenhuma relação com o Rio Doce.

Clique aqui e veja quais os rios, que de fato, deságuam no Rio Doce.

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